O Estadão
27/02/2009
LOS ANGELES - A Fox anunciou na quinta-feira que encomendou mais duas temporadas da série de animação "Os Simpsons", o que significa que o programa lançado em 1989 irá superar "Gunsmoke" como a série mais duradoura do horário nobre da televisão norte-americana.
"Os Simpsons" entrará no segundo semestre em sua 21a temporada, depois de ter igualado no ano passado o recorde de longevidade do faroeste "Gunsmoke" (1955-75).
Na concorrente NBC, "Law & Order" está na sua 19a temporada, desde 1990. Na série criada pelo cartunista Matt Groening, a cidade de Springfield serve como microcosmo dos Estados Unidos. Ali habitam os cinco integrantes da família Simpson --o estúpido Homer, sua bem-intencionada esposa Marge e os filhos Bart, Lisa e Maggie.
A série já ganhou 24 prêmios Emmy. Várias celebridades --de Paul McCartney a Elizabeth Taylor-- já emprestaram suas vozes para a série, que frequentemente aborda comicamente temas delicados, como a discriminação racial e a religião.
Em 2007, um filme baseado na série arrecadou mais de 527 milhões de dólares nos cinemas do mundo todo.
(Reportagem de Alex Dobuzinskis)
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Pesquisador prepara minissérie sobre Jânio Quadros
O Estadão
AE - Agencia Estado
16/02/2009
SÃO PAULO - Depois da minissérie da Globo sobre a vida Juscelino Kubitschek e do filme sobre a vida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, agora é a vez de Jânio Quadros, um dos mais controvertidos líderes nacionais, ter a sua vida esmiuçada no cinema e na TV.
Com uma previsão de orçamento de R$ 12,8 milhões, o pesquisador e escritor Nelson Valente e o ator e diretor Paulo Figueiredo já começaram a escrever os primeiros capítulos de uma minissérie, além de um roteiro para o cinema. Tanto a série quanto o filme focarão principalmente o episódio - até hoje controverso - da renúncia.
Segundo Valente, que trabalhou com Jânio e escreveu 12 livros sobre a vida do político, existem mais de 20 versões para o ato, mas ninguém sabe a verdadeira razão. O pesquisador promete revelar a correta na minissérie, que terá 12 capítulos e, se tudo der certo, começará a ser gravada em agosto. ?Jânio não gostava de ser contrariado e quando isso acontecia, ameaçava renunciar ?, diz.
Já há nomes cotados para os papéis. Alguns deles, no entanto, dependerão da aprovação da emissora de TV que produzirá a série.
No páreo, segundo o biógrafo, estão a Record e a Globo. Mas ele garante que as negociações com a emissora da Barra Funda são as que estão mais avançadas. Na Globo, o interesse teria partido do diretor Guel Arraes, filho do político Miguel Arraes, que, em 1961, após a renúncia de Jânio, defendeu a posse do vice-presidente João Goulart, não desejada pelos militares.
As informações são do Jornal da Tarde.
AE - Agencia Estado
16/02/2009
SÃO PAULO - Depois da minissérie da Globo sobre a vida Juscelino Kubitschek e do filme sobre a vida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, agora é a vez de Jânio Quadros, um dos mais controvertidos líderes nacionais, ter a sua vida esmiuçada no cinema e na TV.
Com uma previsão de orçamento de R$ 12,8 milhões, o pesquisador e escritor Nelson Valente e o ator e diretor Paulo Figueiredo já começaram a escrever os primeiros capítulos de uma minissérie, além de um roteiro para o cinema. Tanto a série quanto o filme focarão principalmente o episódio - até hoje controverso - da renúncia.
Segundo Valente, que trabalhou com Jânio e escreveu 12 livros sobre a vida do político, existem mais de 20 versões para o ato, mas ninguém sabe a verdadeira razão. O pesquisador promete revelar a correta na minissérie, que terá 12 capítulos e, se tudo der certo, começará a ser gravada em agosto. ?Jânio não gostava de ser contrariado e quando isso acontecia, ameaçava renunciar ?, diz.
Já há nomes cotados para os papéis. Alguns deles, no entanto, dependerão da aprovação da emissora de TV que produzirá a série.
No páreo, segundo o biógrafo, estão a Record e a Globo. Mas ele garante que as negociações com a emissora da Barra Funda são as que estão mais avançadas. Na Globo, o interesse teria partido do diretor Guel Arraes, filho do político Miguel Arraes, que, em 1961, após a renúncia de Jânio, defendeu a posse do vice-presidente João Goulart, não desejada pelos militares.
As informações são do Jornal da Tarde.
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